quarta-feira, 5 de maio de 2010

Copa do Mundo 2010 

Em 2010, a Copa do Mundo de Futebol será realizada na África do Sul. É a primeira vez que este importante evento futebolístico ocorre no continente africano.
O jogo de abertura vai ocorrer no dia 11 de junho e a final em 11 de julho.
A primeira fase contará com a participação de 32 seleções, divididas em 8 grupos de 4 países. Somente duas seleções de cada grupo avança para a segunda fase. 
Estádio da Copa do Mundo Soccer City em Johanesburgo: estádio que será palco de jogos da Copa de 2010 (maquete)
Logotipo Oficial da Copa do Mundo de Futebol 2010
O logo oficial da Copa do Mundo da África do Sul foi lançado em 2006, logo após a Copa do Mundo da Alemanha. Ele apresenta elementos da cultura africana, além de destacar a prática do futebol, mostrando em destaque um figura humana estilizada (jogador de futebol) chutando uma bola. No pano de fundo é apresenado o mapa da África, também estilizado, nas cores da bandeira sul-africana. Desta forma, o logo não destaca apenas a África do Sul, mas apresenta a Copa de 2010 como um evento de todo continente.
logotipo da copa do mundo 2010
Mascote
No dia 22 de setembro de 2008, a FIFA apresentou o mascote da Copa do Mundo de 2010. Trata-se de um leopardo chamado Zakumi. Em dialetos africanos, ZA é uma abreviação de África do Sul, enquanto KUMI é a forma escrita do número 10.
mascote da copa 2010 Zakumi: mascote da Copa do Mundo 2010

A Bola da Copa
Desenvolvida pela Adidas, a bola da Copa do Mundo se chama "Jabulani", cujo significado é "para celebrar" em dialeto Bantu isiZulu (um dos onze oficiais da África do Sul). Com predomínio da cor branca, a bola apresenta traços africanos em 11 cores diversificadas. Com apenas 8 gomos, a bola foi desenvolvida com a mais avançada tecnologia, que proporcionará total estabilidade. 
Bola da Copa 2010 Bola que será usada na Copa do Mundo de 2010

Sedes da Copa 
 


Cidade Estádio Capacidade
Cidade do Cabo Green Point Stadium  70.000
Bloemfontein Free State Stadium 48.000
Johanesburgo Soccer City 95.000
Johanesburgo Ellis Park Stadium 60.000
Durban Moses Mabhida Stadium 70.000
Nelspruit  Mbombela Stadium 43.000
Polokwane Peter Mokaba Stadium 46.000
Port Elizabeth Nelson Mandela Bay Stadium 50.000
Pretória Loftus Versfeld Stadium 52.000
Rustenburgo Royal Bafokeng Stadium 42.000

Os grupos para a Copa do Mundo de 2010
po A África do Sul
México
Uruguai
França
Grupo B Argentina
Nigéria
Coreia do Sul
Grécia
Grupo C Inglaterra
Estados Unidos
Argélia
Eslovênia
Grupo D Alemanha
Austrália
Sérvia
Gana
Grupo E Holanda
Dinamarca
Japão
Camarões
Grupo F Itália
Paraguai
Nova Zelândia
Eslováquia
Grupo G Brasil
Coreia do Norte
Costa do Marfim
Portugal
Grupo H Espanha
Suíça
Honduras
Chile 




Conheça as bandeiras dos países que disputarão a Copa do Mundo de Futebol de 2010 na África do Sul. 
Bandeiras dos países participantes:

África do Sul


México

Uruguai

França

Argentina

Nigéria


Coreia do Sul


Grécia

Inglaterra


Estados Unidos


Argélia


Eslovênia
 

Alemanha 


Austrália


Sérvia


Gana

Holanda


Dinamarca


Japão


Camarões

Itália


Paraguai


Nova Zelândia


Eslováquia

Brasil


Coreia do Norte


Costa do Marfim


Portugal

Espanha


Suíça


Honduras


Chile 

terça-feira, 4 de maio de 2010

Aquífero Alter do Chão

Aquífero Alter do Chão na Amazônia
É ÁGUA QUE NÃO ACABA MAIS
Estudos mostram que o Aquífero Alter do Chão pode ser o maior manancial subterrâneo do mundo, com capacidade de abastecer a população mundial por três séculos. Ele fica localizado exatamente sob a bacia do Rio Amazonas. Pesquisadores alertam para a necessidade de uso sustentável.
Por Silvia Pacheco, no Correio Braziliense

A Região Norte é, sem dúvida, um dos maiores símbolos da riqueza natural encontrada no Brasil. Agora, além de abrigar a Floresta Amazônica e o Rio Amazonas, ela pode ser conhecida por possuir a maior reserva mundial de águas subterrâneas.
Estudos realizados pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal do Ceará (UFC) apontam que o Aquífero Alter do Chão, localizado sob os estados do Pará, do Amazonas e do Amapá, pode ser o maior do planeta.
A hipótese é baseada em dados ainda iniciais, mas fortes o suficiente para entusiasmar os cientistas. Eles indicam que o aquífero detém um volume de água que alcança 86.400km³ (86,4 trilhões de litros), o dobro da quantidade encontrada no Aquífero Guarani — localizado entre Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina e considerado atualmente o maior manancial subterrâneo de água doce do mundo, com 45 mil quilômetros cúbicos.
Os pesquisadores envolvidos nos estudos acreditam que o Alter do Chão poderia abastecer a população mundial por 300 anos. “A existência desse aquífero já era conhecida há vários anos, mas não havia estudos comprovando seu potencial. Não temos dúvidas de que se trata do maior aquífero do mundo”, afirma Milton Matta, geólogo da UFPA que participa da equipe técnica que analisa o manancial.
A equipe de pesquisadores — formada ainda pelo professores Francisco Matos de Abreu, André Montenegro Duarte e Mário Ramos Ribeiro, da instituição paraense, e Itabaraci Cavalcante, da UFC — tem indicativos técnicos que comprovam o potencial de uso das águas do Alter do Chão, como a menor vulnerabilidade a contaminação e a maior facilidade de extração do líquido.
Matta explica que, entre a superfície e o Aquífero Guarani, há uma formação de rochas basálticas muito antigas, repletas de fraturas verticais que se tornam caminho fácil para contaminantes atingirem a água, tornando-a mais poluída. Além disso, essas rochas são mais duras e espessas, dificultando o acesso.
Já o Alter do Chão é recoberto por rochas sedimentares formadas por arenito e argilito. O primeiro material possui poros onde a água fica armazenada, permitindo um bombeamento mais fácil. O argilito, que fica sobre a água, é um protetor natural, que impede contaminantes de atingirem o aquífero.
Ou seja, além de mais fácil de ser retirada, a água do reservatório da Região Norte é mais limpa. “É uma água de muito boa qualidade, que não precisa de estação de tratamento”, afirma o geólogo.
Outro aspecto destacado na pesquisa é a espessura do manancial, que vai de 500m a 600m, enquanto a do Guarani tem em média 300m. “Isso quer dizer que temos quase o dobro de água armazenada do Alter do Chão em relação ao Guarani”, comenta Matta. Os pesquisadores, no entanto, ainda não determinaram com precisão razoável as profundidades do aquífero do Norte.
Financiamento
Depois dos estudos preliminares, os técnicos preparam um projeto para apresentar ao Banco Mundial e a outros financiadores para viabilizar um levantamento mais detalhado sobre o potencial do aquífero. A intenção é obter dados para comprovar definitivamente que se trata do maior reservatório subterrâneo de água doce do mundo.
O custo desse levantamento está orçado em US$ 5 milhões. Segundo Matta, o valor representa a sexta parte do que foi investido no Aquífero Guarani nos últimos cinco anos. “Depósitos de águas subterrâneas são reservas estratégicas para mais da metade da população paraense. Eles precisam ser conhecidos para que possam ser usados com sustentabilidade. São um patrimônio inalienável da nação brasileira”, justifica o pesquisador. Ele lembra que o Alter do Chão hoje abastece cidades como Manaus e diversos municípios do Pará, como Santarém.
Para o gerente de Águas Subterrâneas da Agência Nacional de Águas (ANA), Fernando Roberto de Oliveira, um estudo sobre o Aquífero Alter do Chão é essencial para o abastecimento brasileiro. “A Bacia Sedimentar do Amazonas potencialmente comporta grandes aquíferos, sendo que alguns deles podem estar interligados, podendo configurar um grande sistema, sendo inicialmente denominado Sistema Aquífero Amazonas. O Alter do Chão seria um dos aquíferos desse sistema”, explica.
Quanto às vantagens oferecidas pelo Alter do Chão, Oliveira afirma que o conhecimento sobre suas dimensões e reservas ainda é pequeno. “Porém, as prospecções iniciais indicam volumes de água armazenados muito elevados, podendo constituir um aquífero estratégico para a região, em que pese a grande disponibilidade de águas superficiais.”
Oliveira diz que a ANA está preparando edital de licitação para contratar empresa de consultoria para elaborar estudos geológicos sobre o Alter do Chão.
Abastecimento
O Aquífero Guarani é responsável por parte do abastecimento dos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Em São Paulo, ele é explorado por mais de mil poços. Sua área de recarga ocupa cerca de 17 mil quilômetros quadrados, onde se encontra a maior parte dos poços, e por isso precisa ser alvo de programas de planejamento e gestão ambiental permanentes.
Recarga
A maior parte do reabastecimento dos aquíferos é feita pelas águas das chuvas, em pontos onde a reserva de água chega à superfície, e pelo contato com os rios. Em alguns casos, as reservas subterrâneas fornecem água para rios; em outras, ocorre o processo contrário.
A relação entre a água subterrânea e a superficial, no caso do Alter do Chão, ainda precisa ser mais bem estudada. “Temos indicações de regiões dentro da Amazônia que são áreas de recarga do Aquífero Alter do Chão, e essas áreas têm de ser protegidas”, defende o geólogo Milton Matta.

domingo, 4 de abril de 2010

Sou apaixonada pelo livro Pequeno Príncepe

Um singelo texto, em homenagem aos Geógrafos:

[...]
O sexto planeta era dez vezes maior. Era habitado por um velho que escrevia livros enormes.
- Bravo! eis um explorador! exclamou ele, logo que viu o principezinho.
O principezinho assentou-se na mesa, ofegante. Já viajara tanto!
- De onde vens? perguntou-lhe o velho.
- Que livro é esse? perguntou-lhe o principezinho. Que faz o senhor aqui?
- Sou geógrafo, respondeu o velho.
- Que é um geógrafo? perguntou o principezinho.
- É um sábio que sabe onde se encontram os mares, os rios, as cidades, as montanhas, os desertos.
É bem interessante, disse o principezinho. Eis, afinal, uma verdadeira profissão! E lançou um olhar em torno de si, no planeta do geógrafo. Nunca havia visto planeta tão majestoso.
- O seu planeta é muito bonito. Haverá oceanos nele?
- Como hei de saber? disse o geógrafo.
- Ah! (O principezinho estava decepcionado.) E montanhas?
- Como hei de saber? disse o geógrafo.
- E cidades, e rios, e desertos?
- Como hei de saber? disse o geógrafo pela terceira vez.
- Mas o senhor é geógrafo!
- É claro, disse o geógrafo; mas não sou explorador. Há uma falta absoluta de exploradores. Não é o geógrafo que vai contar as cidades, os rios, as montanhas, os mares, os oceanos, os desertos. O geógrafo é muito importante para estar passeando. Não deixa um instante a escrivaninha. Mas recebe os exploradores, interroga-os, anota as suas lembranças. E se as lembranças de alguns lhe parecem interessantes, o geógrafo estabelece um inquérito sobre a moralidade do explorador.
- Por que?
- Porque um explorador que mentisse produziria catástrofes nos livros de geografia. Como o explorador que bebesse demais.
- Por que? perguntou o principezinho.
- Porque os bêbados vêem dobrado. Então o geógrafo anotaria duas montanhas onde há uma só.
- Conheço alguém, disse o principezinho, que seria um mau explorador.
- É possível. Pois bem, quando a moralidade do explorador parece boa, faz-se uma investigação sobre a sua descoberta.
- Vai-se ver?
- Não. Seria muito complicado. mas exige-se do explorador que ele forneça provas. Tratando-se, por exemplo, de uma grande montanha, ele trará grandes pedras.
O geógrafo, de súbito, se entusiasmou:
- Mas tu vens de longe. Tu és explorador! Tu me vais descrever o teu planeta!
E o geógrafo, tendo aberto o seu caderno, apontou o seu lápis. Anotam-se primeiro a lápis as narrações dos exploradores. Espera-se, para cobrir à tinta, que o explorador tenha fornecido provas.
- Então? interrogou o geógrafo.
- Oh! onde eu moro, disse o principezinho, não é interessante: é muito pequeno. Eu tenho três vulcões. Dois vulcões em atividade e um vulcão extinto. A gente nunca sabe...
- A gente nunca sabe, repetiu o geógrafo.
- Tenho também uma flor.
- Mas nós não anotamos as flores, disse o geógrafo.
- Por que não? É o mais bonito!
- Porque as flores são efêmeras.
- Que quer dizer "efêmera"?
- As geografias, disse o geógrafo, são os livros de mais valor. Nunca ficam fora de moda. É muito raro que um monte troque de lugar. É muito raro um oceano esvaziar-se. Nós escrevemos coisas eternas.
- Mas os vulcões extintos podem se reanimar, interrompeu o principezinho. Que quer dizer "efêmera"?
- Que os vulcões estejam extintos ou não, isso dá no mesmo para nós, disse o geógrafo. O que nos interessa é a montanha. Ela não muda.
- Mas que quer dizer "efêmera"? repetiu o principezinho, que nunca, na sua vida, renunciara a uma pergunta que tivesse feito.
- Quer dizer "ameaçada de próxima desaparição".
- Minha flor estará ameaçada de próxima desaparição?
- Sem dúvida.
Minha flor é efêmera, disse o principezinho, e não tem mais que quatro espinhos para defender-se do mundo! E eu a deixei sozinha!
Foi seu primeiro movimento de remorso. Mas retomou coragem:
- Que me aconselha a visitar? perguntou ele.
- O planeta Terra, respondeu-lhe o geógrafo. Goza de grande reputação...
E o principezinho se foi, pensando na flor.


* Pequeno Príncipe, no sexto planeta do GeógrafoAdaptação Profº Fabricio Mignon

Páscoa

A Páscoa no Mundo




Na China


"Ching-Ming" é uma festividade que ocorre na mesma época da Páscoa, onde são visitados os túmulos dos ancestrais e feitas oferendas, em forma de refeições e doces, para deixá-los satisfeitos com os seus descendentes.
Na Europa


As origens da Páscoa remontam a bem longe, aos antigos rituais pagãos do início da primavera (que no Hemisfério Norte inicia em março). Nestes lugares, as tradições de Páscoa incluem a decoração de ovos cozidos e as brincadeiras com os ovos de Páscoa como, por exemplo, rolá-los ladeira abaixo, onde será vencedor aquele ovo que rolar mais longe sem quebrar.

Nos países da Europa Oriental, como Ucrânia, Estônia, Lituânia e Rússia, a tradição mais forte é a decoração de ovos com os quais serão presenteados amigos e parentes. A tradição diz que, se as crianças forem bem comportadas na noite anterior ao domingo de Páscoa e deixarem um boné de tecido num lugar escondido, o coelho deixará doces e ovos coloridos nesses "ninhos".

Nos Estados Unidos

A brincadeira mais tradicional ainda é a "caça ao ovo", onde ovos de chocolate são escondidos pelo quintal ou pela casa para serem descobertos pelas crianças na manhã de Páscoa. Em algumas cidades a "caça ao ovo" é um evento da comunidade e é usada uma praça pública para esconder os ovinhos.

No Brasil e América Latina O mais comum é as crianças montarem seus próprios ninhos de Páscoa, sejam de vime, madeira ou papelão, e enchê-los de palha ou papel picado. Os ninhos são deixados para o coelhinho colocar doces e ovinhos na madrugada de Páscoa. A "caça ao ovo" ou "caça ao cestinho" também é utilizada.
Fonte: Yahoo Notícias

segunda-feira, 22 de março de 2010

Água

Dia Mundial da Água

Quantas vezes você ouviu dizer que, se houvesse uma terceira Guerra Mundial, ela seria pela disputa por água? O cenário atual ainda não chegou a tal ponto, mas a realidade não é nada animadora. O que não faltam no mundo são locais onde as tensões e os jogos de poder se dão por conta do líquido precioso.

Atualmente, 11 países da África e 9 do Oriente Médio já não dispõem de água potável e precisam comprá-la de fora. O PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento estima que, em 15 anos, 3 bilhões de pessoas estarão vivendo em regiões que sofrem com falta d’água.

Saneamento básico, ao contrário do que o nome diz, é artigo de luxo: 45% da população mundial não têm acesso à água tratada. Por isso, 8,5 milhões de crianças morrem todo ano com diarréia e outras doenças causadas pela má qualidade da água. No Brasil, pelo menos 19 milhões de pessoas não têm água limpa para beber e metade dos brasileiros não sabe o que é coleta de esgoto em casa.
Se não mudarmos logo de atitude, talvez nem seja preciso haver uma guerra para que a existência da humanidade seja seriamente ameaçada. Neste 22 de março, Dia Mundial da Água, faça alguma coisa para preservar esse bem tão precioso.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Não basta entupir de recursos tecnológicos materiais se não houver metodologia de trabalho e projeto pedagógico.

http://www.youtube.com/watch?v=IJY-NIhdw_4

Índice de Qualidade de Vida: Brasil ocupa a 38ª posição no ranking dos países

Índice de Qualidade de Vida: Brasil ocupa a 38ª posição no ranking dos países


Revista Internacional Living - Janeiro 2010
Imagem capturada na Internet e reproduzida no Adobe Photoshop



A Revista International Living divulga, anualmente, no mês de janeiro, o Índice de Qualidade de Vida dos países. De acordo com os editores e a proposta da revista, a lista tem o intuito de classificar os países onde “a vida é, simplesmente, excelente”.
No entanto, os seus editores chamam a atenção que a classificação dos países tem por base uma concepção ocidental de análise, ou seja, as fontes, os funcionários e editores têm influência pelo padrão de vida ocidental (aos moldes dos EUA).
Para chegar ao resultado final e a classificação no referido Índice de Qualidade de Vida, os países são avaliados sobre nove categorias, a saber:
. Custo de Vida;
. Cultura e Lazer;
. Economia;
. Ambiente;
. Liberdade;
. Saúde;
. Infra-estrutura;
. Segurança e Risco;
. Clima.

As ideias pré-concebidas acerca de padrão alto ou baixo nível de vida, de cultura e entretenimento, bem como do clima ser mais agradável ou não, indubitavelmente, não irá coincidir com a opinião diferenciada de cada país e de seu respectivo povo.
Cada categoria analisada possui um peso - sobre a classificação final - de acordo com os percentuais abaixo:
. Custo de Vida (15% da classificação final): Este indicador é um guia de quanto irá custar viver em um estilo comparável ou melhor do padrão de vida dos EUA. Para calcular esta pontuação leva-se em conta, também, as taxas de cada país, imposto de renda e da dívida pública.
. Cultura e Lazer (10%): nesta categoria são analisados a taxa de alfabetização, a circulação do jornal, primário e rácios de matrícula do Ensino Secundário, o número de pessoas por museu e uma avaliação – subjetiva - da variedade de ofertas culturais e recreativas (lazer).
. Economia (15%): São considerados as taxas de juros, PIB, taxa de crescimento do PIB, o PIB per capita e a taxa de inflação.
. Meio ambiente (10%): Nesta categoria são avaliados a Densidade demográfica (hab/Km²), o índice de crescimento populacional, as emissões de efeito estufa per capita, bem como a percentagem total de terra que está protegido.
. Liberdade (10%): A principal fonte para esta categoria é a Freedom House, com ênfase nos direitos políticos do cidadão e das liberdades civis.
. Saúde (10%): Nesta categoria, são observados o consumo de calorias em percentagem das necessidades diárias, o número de habitantes por médico, o número de leitos hospitalares por 1.000 habitantes, o percentual da população com acesso a água potável, a taxa de mortalidade infantil, esperança de vida e despesas de saúde pública em percentagem do PIB de um país.
. Infra-estrutura (10%): Esta categoria se baseia na análise das ferrovias (comprimento), das rodovias pavimentadas e vias navegáveis, comparado no âmbito do país avaliado e de sua população absoluta. O número de aeroportos, veículos, telefones, prestadores de serviços de Internet, telefones celulares também sào levados em conta.
. Segurança e Risco (10%): Esta categoria tem por base os critérios de precaridade e de perigo utilizados pelo Departamento E.U. quanto às condições de vida extraordinariamente difíceis, ditas como insalubres ou perigosas.
. Clima (10%): Esta categoria é avaliada em termos de precipitação média anual e temperatura média, assim como considera os riscos de catástrofes naturais (atmosféricos).
As fontes oficiais utilizadas na análise incluem: o Anuário Estatístico da UNESCO; Liberdade no Mundo: A Pesquisa Anual de Direitos Políticos e Liberdades Civis; Estados Unidos Department of Commerce; E.U. Departamento de Estado; O Escritório das Nações Unidas para o Controlo da Droga e Prevenção do Crime; A Freedom House Survey; Resumo Estatístico do Brasil Membros; The World Factbook, The World Almanac and Book of Facts; E.U. Departamento de Estado índices de custo de vida no exterior, Quarters Subsídios e Hardship Diferenciais; A Organização Mundial de Saúde, o mundo Economist in Figures.
Também, para efeito da análise dos resultados oficiais da referida classificação, é levado em consideração a opinião dos seus editores do mundo todo.
Neste ano, o Índice de Qualidade de Vida englobou 194 países. A liderança do ranking, pelo quinto ano consecutivo, coube à França. Embora, o país se caracterize por apresentar uma burocracia cansativa e impostos elevados, estes são compensados por um nível de qualidade de vida insuperável. A França sempre obtém pontuações elevadas na maioria das categorias, sobretudo na Saúde, considerada a melhor do mundo.
Os EUA apresentaram uma queda em relação ao ranking de 2009, caindo da terceira para a 7ª posição, sendo superado – neste ano - pela França, Austrália, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia e Luxemburgo.
O Brasil ocupava, no ano passado (2009), a 43ª posição em qualidade de vida, neste ano (2010), este foi elevado para a 38ª posição.
O país obteve melhores pontuações nas seguintes categorias: liberdade (83); risco e segurança (83) e clima (82). Os piores índices foram para o Lazer e Cultura (58) e infraestrutura (59).
O Japão, segundo país mais rico do mundo (só perdendo para os EUA), encontra-se classificado em duas posições acima do nosso país, isto é, na 36ª posição.
O Uruguai, apesar de ter apresentado uma queda de seis posições em relação ao ranking do ano passado (2009), foi o país latino-americano de melhor posição na Lista de 2010, ostentando a 19ª posição.
Já a Argentina foi o segundo melhor país da América Latina, neste ano, ocupando o 26º lugar. Esta também apresentou uma queda de cinco posições em relação ao ranking de 2009.
Além destes países latino-americanos, situam-se à frente do Brasil, o Chile (31º lugar), a Costa Rica (33º) e o Panamá (34º).
O Equador ocupa apenas uma posição atrás do Brasil, ou seja, ele é o 39º país em qualidade de vida. O México, por sua vez, ocupa a 46ª posição no ranking, enquanto a Colômbia, a Bolívia e o Paraguai ocupam, respectivamente, as seguintes posições: 56ª, 58ª e 64ª.
O Haiti, país latino-americano, localizado na América Central Insular (mar do Caribe), que foi bastante castigado por fortes terremotos neste início de ano e é considerado o mais pobre da América, ocupa a 180ª posição no ranking publicado.
Com os últimos fenômenos tectônicos, infelizmente e certamente, o país cairia desta posição.
O país que ocupa o último lugar do atual ranking (2010) é a Somália (África). E, diferentemente do que foi publicado na BBC Brasil, entre os 15 últimos países do ranking, treze são da África e dois são da Ásia, isto é, o Afeganistão e o Iémen.
Veja a lista completa dos Países com Melhor Qualidade de Vida, AQUI.

















domingo, 14 de março de 2010

Congresso nacional de Educação Sobre indisciplina e Violência em Itajaí

5 serie 01 e 02 EBM Olinda Peixoto. ( Recortes de Porto Belo)


Trabalho realizado com as duas 5 series da EBM Olinda Peixoto.
Recortes de Porto belo
Os alunos em grupo decidiram retratar um recorte espacial do municipio onde residem, incluindo os elementos naturais e culturais.

terça-feira, 2 de março de 2010

Terremoto no Chile

Terremoto no Chile deve ter encurtado dias na Terra, calcula Nasa

 
da Folha Online
O terremoto de magnitude 8,8 que aconteceu no Chile no sábado (27), deve ter encurtado a duração de cada dia na Terra, calcula a Nasa (agência espacial norte-americana).
A alteração calculada é de cerca de 1,26 microssegundos (um microssegundo equivale a um milionésimo de segundo).
Reprodução
Terremoto no Chile deve ter encurtado dias e alterado eixo de massa da Terra, calcula Nasa; impacto foi mais forte que em 2004
Terremoto no Chile deve ter encurtado dias e alterado eixo de massa da Terra, calcula Nasa; impacto foi mais forte que em 2004
Usando um modelo complexo, Richard Gross, cientista do Jet Propulsion Laboratory (JPL) da Nasa, na Califórnia, e seus colegas, calcularam também que a rotação da Terra foi alterada como resultado do terremoto, porque o eixo de massa da Terra se moveu.
A alteração do eixo de rotação é estimada em 2,7 miliarcsegundos --por volta de 8 centímetros, ou 3 polegadas.
É em torno desse eixo é que a massa do planeta é equilibrada. Os cientistas não se referem ao eixo Norte-Sul, que tem uma diferença de cerca de 10 metros.
Indonésia
Gross também usou o modelo para estimar as consequências do terremoto de magnitude 9,1 na região do oceano Índico, em 2004.
Este terremoto, que afetou a Indonésia, teria encurtado o período de cada dia em 6,8 microssegundos e alterado o eixo da Terra em 2,32 miliarcsegundos (cerca de 7 centímetros, ou 2,76 polegadas).
O cientista disse que, mesmo que o terremoto no Chile tenha sido menos forte que o indonésio, o cálculo indica que o recente chileno tenha alterado um pouco mais a posição do eixo por duas razões.
A primeira é que o do Chile aconteceu em latitudes inferiores da Terra, o que o faz mais efetivo em alterar o eixo da Terra. O de 2004 ocorreu próximo à linha do Equador.
A segunda é que a falha subterrânea responsável pelo terremoto chileno tem um ângulo mais abrupto que a falha no oceano Índico. Isto faz o deste ano mais efetivo em mover a massa da Terra verticalmente, e também em alterar o eixo da Terra.