segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Qual é a diferença entre Reino Unido e Grã-Bretanha?

por Danilo Cezar Cabral mundo estranho

INGLATERRA
É um país que tem como capital a cidade de Londres. Ao longo da história, a Inglaterra conseguiu se impor politicamente sobre alguns países vizinhos e passou a controlar um Estado batizado de Reino Unido (veja a seguir). No século 19, com a Inglaterra à frente, o Império Britânico se tornou um dos maiores da história, com uma extensão territorial equivalente a um quarto do planeta!

GRÃ-BRETANHA
É o nome da grande ilha onde ficam três países: Inglaterra, País de Gales e Escócia. Com quase 230 mil km2 de área, ela tem perto de 1000 km de comprimento de norte a sul e pouco menos de 500 km de leste a oeste. O termo “Grã-Bretanha” muitas vezes é usado como sinônimo de “Reino Unido” – o que não é inteiramente correto, pois um dos países que formam o Reino Unido não fica nessa ilha.

BRETANHA
O nome deriva da grande ilha onde fica a Inglaterra, mas, quando alguém menciona apenas “Bretanha”, está se referindo não a um território inglês, mas a uma região na França. A província da Bretanha é a maior área costeira francesa e tem como capital a cidade de Rennes. Por volta do século 6, essa região foi invadida por habitantes da atual Grã-Bretanha, os bretões, dando origem ao nome em comum.

REINO UNIDO
É um Estado formado por quatro países: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. A chefe de Estado é a rainha Elizabeth II e o de governo um primeiro-ministro, eleito por um Parlamento central, em Londres. Nas grandes questões de governo, como política econômica, quem manda é esse Parlamento. Mas Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte também têm assembléias nacionais, com certa autonomia para tratar de questões mais locais, como saúde.

ILHAS BRITÂNICAS
É um arquipélago formado por cerca de 5 mil ilhas. As duas maiores são a Grã-Bretanha e a ilha da Irlanda – onde ficam dois países, a Irlanda do Norte (membro do Reino Unido) e a República da Irlanda, também chamada de Eire (um Estado independente). Além das duas “grandalhonas”, fazem parte desse arquipélago milhares de ilhas menores, como as Órcades, Shetland, Hébridas, Man e ilhas do Canal (como Jersey).

Quais países têm os padrões de beleza mais estranhos?





por Julia Moioli  mundo estranho
Depende do que você considera estranho. Se, no Ocidente, estamos acostumados a ver pessoas loiras e magras nas revistas, em outras partes do mundo a beleza pode ter a ver com peso, tatuagens e acessórios. “Os referenciais de beleza estão ligados à visão de mundo de cada cultura. Como as sociedades são diferentes umas das outras, eles também são”, explica a antropóloga Mirela Berger, pós-doutoranda e professora colaboradora da Unicamp. Mas vale lembrar: como a cultura é dinâmica, nada é para sempre. Gostos e hábitos mudam. “Na sociedade ocidental moderna, por exemplo, a facilidade de comunicação entre os povos favorece a aculturação, que é quando um povo absorve um modelo cultural de outro”, diz a socióloga Flávia Mestriner Botelho, mestranda em ciências da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP.

DESFILE (FORA) DE MODA

Você pode torcer o nariz, mas em outros lugares elas fazem sucesso
DIETA... DE ENGORDA
ONDE Mauritânia
PADRÃO Obesidade
Neste país da África Ocidental, quilinhos a mais são sinal de status para a mulherada: indicam que elas não têm de trabalhar, porque o marido é rico. Para se adequar, algumas meninas são mandadas aos 5 anos a campos de engorda, onde consomem 16 mil calorias por dia! O menu inclui dois copos de manteiga e 20 litros de leite de camelo! >> Há também uma explicação “sentimental”: quanto maior a mulher, mais espaço ocuparia no coração do amado

SÍNDROME DE GIRAFA
ONDE Mianmar
PADRÃO Longos pescoços
Neste país asiático, as mulheres da tribo dos karenis são famosas por alongar o pescoço com anéis de metal - eles forçam o ombro para baixo e dão a ilusão de que o pescoço é mais comprido. O ritual, que é gradativo e começa aos 5 anos, está caindo em desuso: sem as argolas, os músculos não conseguem mais suportar a cabeça

>> Boa parte das “pescoçudas” de hoje vive ilegalmente em campos de refugiados na Tailândia, onde atua como “atração turística”

NAPA À MOSTRA
ONDE Irã
PADRÃO Nariz ocidental
Responda rápido: qual lugar onde mais se faz plástica no nariz? Errou quem disse Los Angeles ou alguma cidade brasileira. A campeã é Teerã, no Irã. O nariz é estratégico para as mulheres de lá porque é uma das poucas partes que seus trajes e véus não escondem. A busca por um look ocidentalizado também faz muito machão iraniano passar pelo bisturi

>> A febre por um visual ocidental também se alastrou pela Coreia do Sul, onde cirurgias criam olhos mais redondos e com a dobra da pálpebra

EFEITO MICHAEL JACKSON
ONDE
Paquistão, Tailândia, Coréia do Sul, Hong Kong, Malásia e Índia
PADRÃO Pele esbranquiçada
Enquanto no Brasil bonito é ser bronzeado, nesses países a galera foge do sol. Como a maioria tem pele escura, a moda é (tentar) ser branco, com o uso de cosméticos alvejantes. Quem não tem grana apela até para produtos piratas, que podem causar danos irreversíveis

DE MÃE PARA FILHA
ONDE
Etiópia
PADRÃO Deformação labial
Nada de pulseiras, brincos ou anéis. Na tribo mursi, as mais “gatas” são as que usam enormes discos de madeira ou porcelana no lábio inferior. O enfeite só cabe depois que a mãe ou a avó da menina faz um corte na região - geralmente, o ritual ocorre quando ela completa 15 anos. No Brasil, algo semelhante é usado pelos índios caiapós

GUERRA DOS SEXOS
ONDE
Etiópia
PADRÃO Cicatrizes
Mesmo quando homens também precisam aderir a modificações estéticas, os motivos são diferentes. Na tribo karo, eles fazem cicatrizes no peito para representar rivais mortos em batalhas. Já as mulheres passam pelo mesmo dolorido processo, no peito e na barriga, só para arranjar um marido – que, aliás, pode ter quantas esposas quiser

À FLOR DA PELE
ONDE
Nova Zelândia
PADRÃO Tatuagens no rosto
Os descendentes dos maoris se adornam com tatuagens tribais chamadas moko. Homens as usam no rosto, e mulheres têm detalhes azuis nos lábios e no queixo. Se antigamente esse tipo de enfeite tinha a ver com status (o processo era tão dolorido que podia levar à morte), hoje representa uma espécie de ressurgimento da cultura típica

>> Nas Ilhas Marquesas, no Pacífico, tatuagens na mão direita e no pé esquerdo costumavam indicar que a mulher era casada

MUDANÇAS NO ESPELHO

Conforme a cultura muda, padrões estéticos também se alteram
Pré-História Seios grandes e ancas largas indicavam capacidade de gerar bons filhos

Renascimento Depois da peste negra detonar parte da Europa, ser gorda era sinal de saúde

Século 17 Espartilhos diminuíam a cintura e ressaltavam que mulheres eram seres frágeis

Anos 20 A emancipação feminina prega um look menos sensual: faixas achatam cinturas, seios ou quadris, para deixá-los na mesma proporção

Anos 40 Mais duronas após a 2a Guerra Mundial, as mulheres passam a desejar ombros largos. No fim da década, Marilyn Monroe reverte a tendência

Anos 60 A onda hippie e a busca pela juventude levam a corpos com poucos seios ou curvas

Anos 80 Culto ao corpo saradaço – inclusive para elas, que queriam parecer mais fortes

Anos 90 O maior objeto de desejo feminino são os seios fartos – e siliconados!

FONTES The New York Times, The Guardian, National Geographic, Newsweek, PBS, CNN e CBS News

Quem define as classes sociais no Brasil?

Quem define as classes sociais no Brasil?

por Fernanda Salla mundo estranho

A divisão da população brasileira em classes socioeconômicas é baseada no Critério de Classificação Econômica Brasil, levantamento feito pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep). Essa classificação surgiu em 1997 para medir o poder aquisitivo das pessoas, avaliando os bens da família e o grau de escolaridade do chefe da casa. “O Censo, do IBGE, não define classe, só renda, e muitos distorcem os dados sobre quanto ganham. Por isso, foi definido que, para descobrir o poder aquisitivo de uma pessoa, era preciso estabelecer um novo critério”, diz Ana Helena Meirelles Reis, presidente da MultiFocus Inteligência de Mercado. Na prática, itens possuídos pela família valem pontos e definem a que classe ela pertence. No Brasil, os principais bens avaliados são: quantidade de banheiros na casa, TVs em cores, rádios, DVDs, geladeiras e freezers, automóveis, videocassetes ou DVDs, máquina de lavar e empregada mensalista.

QUAL É A SUA?

Conte quantos itens destes há em sua casa, some os pontos e descubra sua classe social*

BANHEIRO
1 = 4 pontos
2 = 5 pontos
3 = 6 pontos
4 ou + = 7 pontos

CARRO
1 = 4 pontos
2 = 7 pontos
3 ou + = 9 pontos

FREEZER**
2 pontos (qualquer quantidade)

GELADEIRA
4 pontos (qualquer quantidade)

MÁQUINA DE LAVAR
2 pontos (qualquer quantidade)

TV
1 ponto por unidade (4, no máximo)

EMPREGADA MENSALISTA
1 = 3 pontos
2 = 4 pontos

GRAU DE INSTRUÇÃO DO CHEFE DE FAMÍLIA
Analfabeto ou primário incompleto = zero
Primário completo = 1 ponto
Ensino fundamental completo = 2 pontos
Ensino médio completo = 4 pontos
Graduação completa = 8 pontos

RÁDIO
1 ponto por unidade (4, no máximo)

VHS/DVD
2 pontos (qualquer quantidade)

CLASSIFICAÇÃO SOCIOECONÔMICA

A1 – 42 a 46 pontos
A2 – 35 a 41 pontos
B1 – 29 a 34 pontos
B2 – 23 a 28 pontos
C1 – 18 a 22 pontos
C2 – 14 a 17 pontos
D – 8 a 13 pontos
E – 0 a 7 pontos

*Segundo o Critério de Classifi cação Econômica Brasil, publicado em 2008 pela Abep
**Freezer independente ou acoplado à geladeira

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Menina canadense de 10 anos descobriu uma supernova

Ter, 04 Jan, 03h04 MONTREAL (AFP) -

Uma pequena canadense de 10 anos, fã de astronomia, assim como seu pai, descobriu uma supernova e tornou-se a pessoa mais jovem a fazer este tipo de achado, anunciou a Sociedade Real de Astronomia do Canadá em um comunicado à AFP. PUBLICIDADE Kathryn Aurora Gray, que vive em Fredericton, na província de Nouveau-Brunswick (leste), trabalhava com seu pai e examinava na tela de um computador imagens de galáxias distantes captadas por um telescópio. Assim, descobriu uma supernova de magnitude 17 na galáxia UGC 3378, a 240 milhões de anos-luz da Terra, na constelação da Girafa, indicou a sociedade científica. Uma supernova é um potente aumento de luminosidade de uma grande estrela, devido à explosão desta. Dá a impressão de anunciar o aparecimento de uma nova estrela, mas na verdade é o resultado de seu desaparecimento violento. A descoberta, registrada sob o nome "supernova 2010lt", foi rapidamente confirmada por dois astrônomos amadores, o americano Brian Tieman e o canadense Jack Newton, e depois comunicada ao escritório central da União Astronômica Internacional.
noticias.yahoo.com

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Redoma



                                                        (Bruno Kohl)
                                     


         O homem do espaço chegará
         Bandeja de prata em suas mãos
Cabeça do grifo , grifará
Palavras com sangue desse chão

Genoma sem nome reinará
Estarei na redoma da exclusão
A parte que enfim me tocará
Em seu torso, meu remorso
Que me afasta e não
Apaga o fogo

A mulher do lago se erguerá
Trazendo o legado de Artur
Pedindo licença a um orixá
Cravará na terra a Excalibur

Criança Xavante nascerá
Em um plano 3 D, em fundo azul
Dragão virtual , meu Boitatá
Nem espada
Nem espaço
Nem homem nenhum
Apaga o fogo...

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Códigos




Tudo que eu falo para o mar
Tende a voltar com outro tom
Como se as ondas me atirassem para outra dimensão
Feito dogma e tributo
na intenção de convencer
que a canção é som de luto
para o lutiê.

Tudo que eu falo para o céu
o sol sorri ao derreter
Como se tudo precisasse de uma purificação
Feito a vida exposta em telas
Uma luz em degradee
Avisando que a ilusão
é o maná da matinee.

Tudo que eu falo pra voce
é no silêncio do olhar
como se os códigos tivessem só primeira intensão
feito disco na vitrola
um imenso atelier
celebrasse o indivisível
céu e mar , eu e você

letra :Bruno kohl

Água de Reuso


Publicado a 15 Dezembro 2010 por Biosfera_ms
Água de Reuso
A reutilização faz parte da Estratégia Global para Adminsitração da Qualidade das Águas, da ONU. A água de reuso é estratégia também para indústrias, empresas e prefeituras, pois promove a redução de custos. E, de quebra, torna-se a nossa contribuição para a preservação do planeta.




1- O que é água de reuso
A água de reuso é produzida nas Estações de Tratamento de Esgosto (ETEs), que tratam os efluentes domésticos e industriais. Processos adicionais de tratamento, certificados pela norma ISO 9001:2000, resultam em água de qualidade, para fins que não necessitam de água potável.
2- Para que serve
Pode ser usada em processos industriais, refrigeração de equipamentos, geração de energia, sistema de combate a incêndio e lavagem de ruas, praças, monumentos, trens e ônibus. Também serve para irrigar gramados públicos e campos de futebol.
3- Como chega ao cliente
O transporte é feito em caminhão pipa contratado pelo cliente ou por meio de uma adutora. O consumidor precisa ter uma rede específica, com tubulações totalmente independentes das de água potável.
4- Escolha consciente
Cada litro de água de reuso equivale a um litro de água poupado nos mananciais.
5- Economia
Adotar a água de reuso em situações que não demandam água potável é uma atitude sustentável também para as finanças da empresa. Mesmo com o custo do frete, a economia pode chegar a 40%.
FONTE: Sabesp e Planeta Sustentável
Fonte da Imagem: Tratamento de água
http://pt-br.paperblog.com/agua-de-reuso-46153/

sábado, 11 de dezembro de 2010

Quando surgiram os primeiros mangás e animês?


 mangás e animês
 
 
por Marcel Goto  Mundo Estranho

O termo mangá surgiu em 1814, nos hokusai mangá, que trazem caricaturas e ilustrações sobre a cultura japonesa. Já o mangá moderno tem influência dos cartuns ocidentais e de quadrinhos clássicos da Disney; e é basicamente uma criação de Osamu Tezuka, com Shin Takarajima ("A Nova Ilha do Tesouro"), de 1947.
A obra de Tezuka definiu as características do mangá, como expressões faciais exageradas, elementos metalingüísticos (linhas de velocidade, grandes onomatopéias etc.) e enquadramentos cinematográficos para aumentar o impacto emocional. O artista – falecido em 1989 – foi tão influente que é chamado de Deus Mangá.
Na animação, apesar de haver desenhos anteriores produzidos no Japão, Tezuka é considerado o fundador da indústria, com obras que marcaram a cultura nipônica. Astroboy, em 1963, foi a primeira série animada da TV japonesa com história contínua e personagens recorrentes. Outros trabalhos do autor, como Kimba, o Leão Branco e A Princesa e o Cavaleiro, ajudariam a definir, em técnicas narrativas e de animação, o que hoje é tão reconhecido nos animês.
E no Brasil?
O primeiro mangá lançado aqui foi Lobo Solitário, em 1988, pela Cedibra, mas adaptado para a leitura ocidental. Isso invertia as artes originais e quase todos os personagens viravam canhotos. Só quando a Conrad lançou Dragon Ball, em 2000, os mangás passaram a sair no seu formato original, e lidos "de trás pra frente". Já os animês chegaram nos anos 60 e é difícil precisar qual foi o primeirão. Na leva inicial vieram Homem de Aço, Oitavo Homem, Ás do Espaço, Zoran e outros.
Qual o manga é o anime de maior sucesso no Brasil?
Os animês são exibidos no Brasil há mais de 40 anos, e séries como Don Dracula, Piratas do Espaço, Menino Biônico e Sawamu colecionam fãs. Mas o maior fenômeno foi Cavaleiros do Zodíaco, que, sozinho (e sem esta pretensão), gerou em 1994 o boom dos desenhos japoneses que ecoa até hoje.
A série virou referência, foi reprisada muitas vezes, rendeu muito merchandising e fez outras emissoras, além da finada Manchete (que o exibia), apostar nos animês.
Nos mangás, Dragon Ball Z, da Conrad, continua insuperável. Goku, que já era famoso pelos games e pelo animê, vendia mais de 100 mil exemplares quinzenais no auge.
Qual o tamanho desta indústria no Japão?
É difícil precisar a produção de mangás, mas sabe-se que os quadrinhos representam cerca de 40% do que é impresso no Japão e em 2006 movimentaram mais de 4 bilhões de dólares – é o maior mercado do mundo, com cerca de 750 milhões de exemplares vendidos.
Os maiores mercados estrangeiros para os mangás são os EUA (mais de 200 milhões de dólares em vendas), França e Alemanha.
A produção de animês também é extraordinária: a cada ano, os 400 estúdios de animação japoneses produzem mais de 2 500 episódios, numa indústria que movimenta mais de 1 bilhão de dólares.
Como os mangás são publicados no Japão?
As histórias costumam ser publicadas capítulo a capítulo, em almanaques de até 500 páginas (geralmente em papel reciclado), com cerca de 20 séries diferentes e periodicidade semanal ou mensal.
Esses bitelões são voltados para meninos (como a Shonen Jump), meninas (como a Nakayoshi, de Sailor Moon), crianças (como Koro-Koro, de Pokémon), ou adultos (como a Weekly Morning, de Vagabond). Depois de lidos, os japoneses costumam jogá-los no lixo.
As séries mais populares ganham destaque na capa e nas primeiras páginas. Depois que vários capítulos são publicados, a história é republicada em edições colecionáveis conhecidas como tankohon – o formato no qual a maioria dos mangás sai no Brasil.
Como se produz um mangá?
Primeiro, os editores dos almanaques estudam a preferência dos seus leitores. Afinal, a revista precisa de variedade. Esse retorno é medido por meio de cupons de pesquisa encartados nas revistas.
Então, editor e autor definem os rumos da história. Em seguida, se faz uma prévia do roteiro e um rascunho das páginas. Assim que são aprovados, começa a correria.
Muitos artistas criam mais de 20 páginas por semana e só conseguem porque contam com vários assistentes, que fazem arte-final, inserem retículas (que dão sombra e volume aos desenhos), cenários e balões.
Quem lêe mangás e assiste animês?
Um dos segredos do sucesso dos mangás é a segmentação. Há histórias para meninos (com ação, valorização do trabalho em equipe e perseverança), meninas (romances e tramas cheias de sentimento), adultos e até donas-de-casa (as mais picantes imagináveis). E para cada público existem vários gêneros: terror, suspense, erótico, aventura etc. Nenhum mercado do planeta tem tantas ramificações. Assim, é difícil encontrar no Japão quem não leia quadrinhos.
Os animês são um pouco menos populares, por diversos fatores. A produção é mais cara – um episódio de 30 minutos custa, em média, 100 mil dólares. Os horários de exibição na televisão nem sempre batem com a ocupada agenda dos japoneses. E, por causa do custo elevado, os assuntos tratados nos desenhos não são tão variados como nos mangás. Geralmente, as séries são direcionadas ao público jovem.
A exceção é Hayao Miyazaki, que produz no seu Studio Ghibli longas-metragens para os cinemas. Invariavelmente, cada filme dele é o mais rentável do ano em que é lançado, e animês como Princesa Mononoke, A Viagem de Chihiro e O Castelo Animado, por seu apelo universal, constam entre as dez produções japonesas de maior bilheteria de todos os tempos. São clássicos em todos os sentidos da palavra.
Todo mundo lê mangás no Japão?
Praticamente. Afinal, trata-se de um entretenimento prático e barato. E, numa sociedade em que as pessoas têm pouco tempo para o lazer e lêem muito, é comum encontrar nos trens mangás nas mãos tanto de executivos quanto de crianças.
Além disso, personagens como Doraemon, o gato-robô azul que vem do futuro, são tão populares e tradicionais quanto Mickey Mouse, e aparecem em livros educativos, campanhas do governo e diversos produtos.
Há propagandas das histórias mais famosas do momento em outdoors, estações de trem e até dentro dos vagões. Nas bancas, que, diferentemente do Brasil, só existem em estações de trem e lojas de conveniência, os mangás aparecem com mais destaque do que os jornais e outros periódicos.
Em quanto tempo um mangá vira animê?
Não há um padrão. Nas principais revistas, logo que o mangá desponta, é comprado por um canal de TV. Aí, ganha uma série semanal em horário nobre (entre 17 e 19 horas), que pode ter centenas de episódios e gerar muito merchandising.
Outra via é quando um estúdio transforma um mangá mais cult em longa-metragem ou numa série para DVD ou TV (em horários menos concorridos, como a madrugada).
E ainda rola o inverso: um animê de sucesso gerar um mangá, como ocorreu com Gundam, o robô gigante mais famoso do Japão.
O que é cosplay?
Ocosplay é um dos destaques das convenções de animê e mangá. Trata-se do ato de se vestir como um personagem e, se tiver coragem, encenar alguma passagem da história da qual ele faz parte.
As convenções são tomadas por centenas de cosplayers. Alguns querem apenas se divertir, sem se importarem com a verossimilhança das roupas. E há os que reproduzem fielmente seus heróis e vilões prediletos.
O cosplay surgiu nos EUA, em convenções de Jornada nas Estrelas, no final dos anos 70. Hoje, no segmento mangás e animês, o Brasil se destaca: em 2006, os irmãos Mônica e Maurício Somenzari Leite Olivas "encarnaram" Rosiel e Alexiel, de Angel Sanctuary, e venceram o World Cosplay Summit, um importante torneio mundial.
O que significa otaku?
Otaku é a versão japonesa do nerd, mas um tipo bem específico: aquela pessoa dedicada ao extremo, fanática mesmo por um assunto, seja ele miniaturas de trens ou aviões, tecnologia, seja, o que é mais comum, animês e mangás.
Na rígida e tradicional sociedade japonesa, a expressão tem uma conotação negativa, e ser chamado de otaku normalmente tem algum grau de ofensa. Mas, no Ocidente, a denominação simplesmente serve para identificar quem curte bastante esse hobby. Uma das maiores convenções dos EUA até assume isso no nome: Otakon.
Qual a receita para se criar um manga de sucesso?
Não basta apenas uma boa idéia ou um desenho bacana, é preciso muito mais
Se atualmente existe uma fórmula de êxito nos mangás, ela está na revista Shonen Jump, que, sob o lema "perseverança, amizade, vitória", vem criando sucessos mundiais há quase 30 anos. Acompanhe a seguir a "receita" desenvolvida por ela (e seguida por suas concorrentes) no gênero de mangás para meninos.
1. O protagonista
Ao eleger o personagem principal, lembre-se: ele geralmente tem "alma infantil", é ingênuo, puro de coração, valente e fiel aos amigos. Não desiste nunca e nem teme perigo algum. Exemplos: Goku, Yuusuke Urameshi (YuYu Hakusho), Ruffy, Naruto etc. E ter um visual impactante é fundamental.
2. Objetivos
Nos melhores mangás shonen, o herói é sempre movido por uma grande aspiração, que lhe possibilita mostrar sua determinação e seu valor. Ele quer se tornar o guerreiro mais poderoso do Universo? O maior pirata? O melhor jogador de basquete? Ou o melhor padeiro? (Acredite, isso existe!)
3. Os amigos
Uma lição presente em todos os mangás é o valor da amizade. O que seria de Goku sem Kuririn? Os amigos complementam a personalidade do herói e enriquecem a história. Eles podem até competir entre si, mas é sempre quando atuam lado a lado que superam os maiores desafios.
4. O rival
Nas pesquisas de popularidade das principais revistas, os rivais aparecem sempre no topo. Dois bons exemplos são Vegeta e Sasuke, que fazem Goku e Naruto, respectivamente, darem o melhor de si a todo momento. Um grande rival é quase tão importante quanto um protagonista carismático.
5. O toque do autor
Mas receita nenhuma, por mais tradicional ou inovadora que seja, garante a qualidade ou o sucesso da história. Afinal, cada balão é preenchido com as idéias do autor e, no final das contas, é o talento dele, pessoal e intransferível, que dá sabor à trama e, se for bem-sucedido, cria os clássicos.
Há algum local no Japão destinado à cultura dos mangás?
Nas grandes cidades japonesas, o difícil é justamente fugir dessa cultura. Mas o epicentro do fenômeno está no bairro de Akihabara, em Tóquio. Lá existem dezenas de lojas de mangás (como a Tora no Ana), fliperamas construídos pela própria Sega, quiosques de brinquedos, miniaturas e as mais diversas traquitanas tecnológicas, além de bares e cafés temáticos para todos os gostos e eventos praticamente todas as semanas para o lançamento de diversos produtos, com pocket shows dos artistas favoritos dos fãs.
Essas lojas são todas enormes e ocupam prédios inteiros, com diversos departamentos diferentes. Ou seja, são verdadeiros templos do consumo otaku.
A Asobit City é um bom exemplo. Confira as suas subdivisões, por andar:
• Subsolo: jogos de PC e mangás adultos.
• Térreo: brinquedos baseados em robôs, principalmente a série Gundam.
• Primeiro: videogames e acessórios.
• Segundo: brinquedos e modelos baseados em personagens de animês e mangás.
• Terceiro: modelos em escala de carros, trens, aviões e outros veículos, inclusive movidos por controle remoto.
• Quarto: artefatos para cosplay, camisetas e acessórios com personagens de animês.
• Quinto: réplicas variadas de armas, uniformes militares e trajes de caça.
Por que os personagens têm expressões tão exageradas?
Os japoneses têm uma longa tradição de humor baseada em caretas e outras expressões engraçadas – a palavra mangá significa "desenhos irreverentes". Outra explicação vem da herança que os mangás receberam das caricaturas.
Por isso, os mangás e animês desenvolveram uma linguagem própria para as expressões dos personagens. Confira algumas.
Gotinha: significa constrangimento, muitas vezes por causa de alguma coisa bizarra ou "sem noção" que outro personagem faz.
Olhos brilhando, bochechas coradas: encantamento e sentimento de grande alegria.
Veia saltando: indica a fúria de alguém.
Nariz sangrando: é um sinal utilizado para mostrar que o personagem está excitado.
O que mudou na indústria de animês?
Neon Genesis Evangelion, exibido em 1995 e 1996, foi um marco. Com uma trama de suspense nunca vista num animê sobre robôs gigantes, fez grande sucesso no horário nobre. Por isso, os produtores passaram a ousar nos roteiros e rolou um boom de séries para a TV. Foi até criado um horário para exibir séries cults e adultas: tarde da noite e início da madrugada.
Essas séries foram o principal produto de exportação dos estúdios para o Ocidente, o que compensou a queda nas vendas internas – o país vivia uma recessão nos anos 90.
Além disso, a produção totalmente digital, que dispensa acetato, tinta e outros materiais e permite a inserção de gráficos 3D nos desenhos, barateou as produções. Esse novo fôlego foi vital para manter a animação japonesa na vanguarda mundial.
Fanzines são importantes no Japão?
É inimaginável para um americano vender um fanzine do Homem-Aranha, Batman ou Mickey – um advogado logo estaria no seu rastro. Mas, no Japão, a indústria de mangás e o mundo dos fanzines (chamados de doujinshi) convivem harmoniosamente, e um beneficia o outro.
É comum encontrar fanzines de Doraemon, Gundam, Dragon Ball Z, com novas aventuras dos personagens. Há milhares à disposição.
Os autores e editoras não se incomodam com os fanzines, pois suas tiragens de centenas de exemplares não ameaçam as vendas milionárias dos mangás.
Vários autores de sucesso começaram como fanzineiros, para depois serem descobertos pelos caçadores de talentos das editoras.
Já houve encontros de heróis americanos e japoneses?
É comum nos mangás autores fazerem referências não autorizadas a ícones como Mickey Mouse e Homem-Aranha, mas até hoje não rolou nenhum encontro de personagens numa publicação.
O mais próximo que se chegou disso foram japoneses desenharem histórias para a DC (Batman, Superman etc.) e Marvel (Homem-Aranha, X-Men e outros). Hoje, isso nem é tão raro, como comprovam Tsutomu Nihei, do mangá Blame!, que ilustrou a minissérie Snikt!, do Wolverine, e Kia Asamiya, de Silent Mobius, que fez Batman Mangá.
E a contramão também rola: desenhistas do Ocidente têm publicado no Japão.

especial para meus filhos Bruno e Amanda que são paixonados por mangás e animês

Existe lugar no mundo onde nunca houve guerra?


por Pedro Proença

Só dois: o Polo Norte e a Antártida. E isso porque não têm população e não pertencem a nenhuma nação. Todos os lugares do mundo com traços de ocupação já sofreram algum tipo de conflito armado. "A guerra é inerente ao comportamento dos grupos humanos", explica George Hoffeditz, curador do Museu da Guerra, no estado da Virgínia, nos EUA. Mas não precisa ficar deprê! Segundo o historiador, essas lutas tiveram importância significativa para nosso desenvolvimento. Até mesmo a Suíça, célebre por sua neutralidade em combates como as Grandes Guerras, tem um passado manchado de sangue - especialmente na Idade Média. Outros países oficialmente neutros, como Suécia, Áustria e Costa Rica, também já pegaram em armas séculos atrás. Nem o Brasil, que hoje tem fama de bom mediador na política externa, escapa: basta lembrar o nosso conflito com o Paraguai (1874-1870).

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Censo aponta que população do Brasil é de 190.732.694 pessoas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta segunda-feira o resultado do Censo 2010: o País tem população de 190.732.694. O número foi estabelecido para 1º de agosto deste ano, data de referência da pesquisa.
No início do mês, o IBGE havia divulgado dados iniciais da pesquisa. O número, relativo à pesquisa feita até 31 de outubro, apontava população de 185,7 milhões.
Em comparação com o Censo 2000, ocorreu um aumento de 20.933.524 pessoas. Esse número, conforme o instituto, demonstra que o crescimento da população brasileira no período foi de 12,3%, inferior ao observado na década anterior (15,6% entre 1991 e 2000). O Censo 2010 mostra também que a população é mais urbanizada do que há 10 anos: em 2000, 81% dos brasileiros viviam em áreas urbanas e agora são 84%.
Foram quatro meses de coleta e supervisão de dados. Trabalharam no processo, segundo o IBGE, 230 mil pessoas, sendo 191 mil recenseadores.
Diferenças regionais
A região Sudeste segue sendo a região mais populosa do Brasil, com 80.353.724 pessoas. Entre 2000 e 2010, perderam participação as regiões Sudeste (de 42,8% para 42,1%), Nordeste (de 28,2% para 27,8%) e Sul (de 14,8% para 14,4%). Por outro lado, aumentaram seus percentuais de população brasileira as regiões Norte (de 7,6% para 8,3%) e Centro-Oeste (de 6,9% para 7,4%).
Entre as unidades da federação, São Paulo lidera com 41.252.160 pessoas. Por outro lado, Roraima é o Estado menos populoso, com 451.227 pessoas. Houve mudanças no ranking dos maiores municípios do País, com Brasília (de 6º para 4º) e Manaus (de 9º para 7º) ganhando posições. Por outro lado, Belo Horizonte (de 4º para 6º), Curitiba (de 7º para 8º) e Recife (8º para 9º) perderam posições.
Homens e mulheres
Os resultados mostram que existem 3,9 milhões de mulheres a mais do que homens no Brasil, ou seja, há 95,9 homens para cada 100 mulheres. Em 2000, para cada 100 mulheres havia 96,9 homens. A população brasileira é composta por 97.342.162 mulheres e 93.390.532 homens. A única região onde o número de homens supera o de mulheres é a Norte, onde existem 8 milhões de homens e 7,8 milhões de mulheres.
Na região Centro-Oeste são 6,97 milhões de homens e 7,07 milhões de mulheres. Na região Nordeste residem 25,9 milhões de homens e 27,1 milhões de mulheres. O Sudeste concentra 39 milhões de homens e 41 milhões de mulheres. E no Sul, vivem 13,4 milhões de homens e 13,9 milhões de mulheres.
Centenários
O Censo 2010 apurou ainda que existiam 23.760 brasileiros com mais de 100 anos. A Bahia é a unidade da federação com mais brasileiros centenários (3.525), seguida por São Paulo (3.146) e Minas Gerais (2.597).
Domicílios recenseados
Segundo o IBGE, foram visitados 67,6 milhões de domicílios e ao menos um morador forneceu informações sobre todos os moradores de cada residência. A partir do dia 4 de novembro, o IBGE realizou um trabalho de supervisão e controle de qualidade de todo material coletado, em conjunto com as Comissões Censitárias Estaduais (CCE) e das Comissões Municipais de Geografia e Estatística (CMGE) em todas as 27 Unidades da Federação e nos municípios brasileiros.
Do total dos 67,6 milhões de domicílios recenseados, os moradores foram entrevistados em 56,5 milhões de domicílios. Foram classificados como fechados 901 mil domicílios, em que não foi possível realizar as entrevistas presenciais, mas havia evidências de que existiam moradores. Nesses casos, o IBGE utilizou uma metodologia para estimar o número de pessoas residentes nesses domicílios fechados.
A metodologia consiste em atribuir a cada domicílio fechado o número de moradores de outro domicílio, que havia sido inicialmente considerado fechado e depois foi recenseado. A escolha foi aleatória, levando em conta a unidade da federação, o tamanho da população do município e a situação urbana ou rural.
O Censo Demográfico encontrou ainda 6,1 milhões domicílios vagos, ou seja, aqueles que não tinham morador na data de referência, mesmo que, posteriormente, durante o período da coleta, tivessem sido ocupados. Prédios em construção, casas colocadas à venda (ou de aluguel) e abandonadas são exemplos de domicílios vagos. Os domicílios de uso ocasional, que somaram 3,9 milhões, são aqueles que servem ocasionalmente de moradia, usados para descanso de fins de semana, férias ou outro fim.
Já o número de domicílios coletivos (hotéis, pensões, presídios, quartéis, postos militares, asilos, orfanatos, conventos, alojamento de trabalhadores, etc) foi de 110 mil. Em 2000, do total de 54,2 milhões de domicílios, 45 milhões eram ocupados, 528 mil fechados, 6 milhões vagos e 2,7 milhões de uso ocasional.
Começando em 1º de agosto de 2010, os 191 mil recenseadores percorreram os 5.565 municípios brasileiros e as entrevistas implicaram no recenseamento da população por meio de três métodos: entrevista presencial, questionário pela internet e, por fim, estimação do número de moradores em domicílios fechados.

29 de novembro de 2010 

 fonte Redação Terra

Previsões da população Mundial


PREVISÕES DA POPULAÇÃO MUNDIAL PARA A METADE SÉCULO XXI
por Nelson Bacic Olic 


Nos dias que correm vêm ocorrem e se cristalizam importantes mudanças na composição e na dinâmica da população mundial. Apesar de muitas dessas transformações terem se iniciado nas últimas décadas do século XX, pode-se afirmar que ao longo do século atual, a população do planeta será maior, crescerá em ritmo mais lento, será cada vez mais urbana e também mais idosa do que foi nos últimos 100 anos.
Assim como ninguém que tenha vivido até 1930 conseguiu presenciar a população mundial dobrar de tamanho, tudo indica que nenhum ser humano nascido após 2050 viverá tempo suficiente para testemunhar esse fenômeno novamente. Nunca é demais recordar que o ritmo máximo de crescimento da população mundial foi atingido por volta da segunda metade da década de 1960 e se o total de seres humanos no planeta só atingiu seu primeiro bilhão no início do século XIX, atualmente esse número é incorporado à população mundial a cada 15 anos.
Segundo estimativas, em 2050, o planeta deverá abrigar um número pouco superior a 9 bilhões de habitantes, isto é, mais ou menos 2,5 bilhões de pessoas a mais do que possui atualmente. Esse aumento corresponde ao número de pessoas que o mundo possuía em 1950. Atualmente, a cada ano são incorporados à população do planeta, cerca de 75 milhões de seres humanos, isto é, um pouco menos da metade da população brasileira, ou cerca de quase duas vezes o contingente populacional da Argentina.
Todavia, a dinâmica do crescimento demográfico mundial é muito desigual. Estima-se que ao longo dos primeiros 50 anos do século XXI, a população de alguns países asiáticos, como o Afeganistão e um grande número de nações da porção subsaariana da África (como Libéria, Uganda, Burundi, Chade e Congo), assistirão seu contingente populacional triplicar. Deve-se recordar que estes países estão entre os mais pobres do mundo. Mesmo tendo taxas de mortalidade acima da média mundial, os países em questão têm apresentado taxas de natalidade persistentemente altas. Nesses países, em média, uma mulher tem o dobro de filhos do que as mulheres que vivem nas nações mais ricas.
Cerca de metade do incremento populacional que ocorrerá até 2050, terá como “responsáveis” nove países: Índia, Paquistão, Nigéria, República Democrática do Congo, Bangladesh, Uganda, Estados Unidos, Etiópia e China. A surpresa fica por conta da presença dos Estados Unidos nesta lista, fato explicado pelo alto número de imigrantes que o país deverá receber ao longo das próximas décadas.
Por outro lado, pelo menos 50 países, a maioria de alto nível econômico, como a Alemanha, o Japão e a Itália, provavelmente terão uma diminuição de sua população em termos absolutos. Outros países, embora com um padrão econômico inferior ao dos países citados, como é o caso da Rússia, também deverão ter sua população diminuída. O exemplo russo é emblemático, pois reflete a falência dos sistemas públicos de saúde e o incremento de mortes causadas por câncer, doenças cardíacas, alcoolismo, suicídios e homicídios, decorrentes da brutal queda do padrão de vida após o fim da União Soviética.
O século XX foi o único da história em que o número de jovens foi maior que o de idosos. Até a metade do século passado, o contingente de crianças com idade inferior a 5 anos era maior que a de pessoas com mais de 60 anos. Atualmente, cada um desses grupos etários corresponde a 10% da população mundial, mas daqui para frente, os idosos serão cada vez mais numerosos. Contudo, o envelhecimento da população não ocorre de forma semelhante em todos os países. Em 2050, nas regiões mais desenvolvidas do mundo, uma em cada três pessoas terá mais de 60 anos, enquanto que nas áreas menos desenvolvidas elas serão cerca de 20% do total.
Mantendo as tendências demográficas observadas na atualidade, até 2050 a quase totalidade do crescimento da população mundial acontecerá em áreas urbanas. Estima-se que por volta de 2007, o número de pessoas morando em cidades será superior ao contingente de pessoas do campo. As populações urbanas crescem mais rápido nos países pobres do que nos países mais ricos. Aproximadamente 60% do crescimento urbano nos países pobres será devido ao crescimento vegetativo ao qual será acrescido o êxodo rural, fenômeno que ocorrerá com maior intensidade no sul, sudeste e leste da Ásia e também na África Subsaariana.
As projeções que indicam bilhões de pessoas a mais nos países pobres, mais idosos no mundo, juntamente com a expectativa de um crescimento econômico mundial maior que o atual, levanta questões sobre o grau de sustentabilidade da população atual e futura.
A principio, nosso planeta pode fornecer espaço e alimento para pelo menos três bilhões a mais de pessoas das que existem atualmente. O problema é que grande parte dos 6,5 bilhões de seres humanos que vivem atualmente na Terra, não se satisfaz apenas em ter o que comer.
Segundo organismos internacionais que estudam o problema, estabelecendo-se uma relação entre alimentos, energia e recursos naturais, na atualidade, os habitantes da Terra já estariam consumindo 42,5% além da capacidade de reposição da biosfera, déficit que tem aumentado cerca de 2,5% ao ano. Se todos os seres humanos passassem a consumir o que consome um europeu ou um norte-americano, seriam necessários três planetas como o nosso!
Fonte: Revista Pangea

sábado, 20 de novembro de 2010

13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados

 
 1. Estilo Entediado13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados. 
Esta postura pode ser normalmente observada durante uma aula com um professor que fala sempre no mesmo tom de voz tedioso. Os alunos ao final da aula já terão feito seus lápis e suas borrachas em pedaços.Mensagem corporal: Sua aula é realmente chata!
2. Estilo Clássico13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
Esta posição permite adormecer com facilidade, mas, o problema é que o professor pode vê-lo algumas vezes assim e ficar muito irritado.
Mensagem corporal: Professor, eu estou muito cansado(a).

3. Estilo C.D.F./Nerd Debochado13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
Os alunos que tiram notas boas e não precisam ouvir a lição podem muitas vezes ser vistos nesta pose preguiçosa em que a sua linguagem corporal mostra que estão cheios de auto-confiança.Mensagem corporal: Tudo o que você perguntar para mim eu sei resposder.
4. Estilo Oração/Reza13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
Com os dedos de ambas as mãos juntas como se estivesse orando/rezando, esse tipo de postura diz claramente uma coisa: "professor, eu te imploro para terminar rapidamente esta aula, ok?

5. Estilo Abatido13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
Não entende a lição a ponto de chorar.Mensagem corporal: Ouço, mas não entendo!
6. Estilo Avestruz13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
É típico de alguém inseguro. A pessoa que está em conflito por querer dormir mas, ao mesmo tempo ter medo de ser pega, naturalmente adota essa postura.
Mensagem corporal: Você não pode me ver, você não pode me ver ...

7. Estilo apaixonada13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
Normalmente as meninas quando estão pensando nos meninos adotam essa pose que demonstra alta carga emocional.

8. Estilo Mala13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
Em geral, só os muito malas têm coragem de dormir assim. O seu nível de desrespeito para com o professor faz com que os outros abanem negativamente a cabeça.
Mensagem corporal: Porra, eu quero dormir, qual é a sua?!

9. Estilo em Dupla13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
Duas pessoas ignorando completamente o professor.
Mensagem corporal: Um dormindo no lado do outro, isso promete...

10. Estilo Triplo13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
Ao sentir vontade de dormir, os alunos formam grandes grupos em vez de tentar resistir ao sono, e sem prestar atenção no seu professor. Isso acontece muito em aulas de professores idosos.
Mensagem corporal: Três pessoas dormindo juntas deve irritar qualquer professor.

11. Estilo "tô em casa" 13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
Esse tipo de comportamento pode ser descrito como desafiador. Desconsiderar as regras e dormir é uma coisa, mas tentar transformar a sala de aula no ambiente aconchegante do seu próprio quarto já ultrapassa o que as pessoas normais geralmente aceitam.
Mensagem corporal: Só faltava o meu ursinho fofinho...

12. Estilo cama de carteiras 13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
Basta ir longe demais e juntar as carteiras para fazer uma cama e dormir tranquilamente como se estivesse em casa. Claro que nestes casos o professor já perdeu toda a sua autoridade na classe.
Mensagem corporal: Se for para dormir, que se durma bem!

 
13. Estilo Dormindo em Pé13 posições clássicas de dormir em sala de aula e seus significados.
Essa postura já excede em muito as posturas do sono normal. Um professor que vê esse tipo de aluno só pode sacudir a cabeça, suspirar e, impotente, apenas continuar com a lição.
Publicado a 06 Novembro 2010 por Poucoalem






A inclusão das crianças de 06 anos no Ensino Fundamental:





A inclusão das crianças de seis anos noEnsino Fundamental
amplia a escolarização
para uma parcela significativa da população
brasileira que se encontrava, até então,
privada da educação escolar ou sem garantia
de vagas nas instituições públicas de ensino.
Como único nível de ensino de matrícula obrigatória
no País, o Ensino Fundamental, ao ter
sua duração ampliada de oito para nove anos,
traz para a escola um grupo de crianças que,
ao serem introduzidas nessas instituições,
entram em contato com uma cultura da qual
devem se apropriar. É importante também
considerar que, ainda que algumas das
crianças de seis anos já frequentassem
instituições pré-escolares, a entrada desse
segmento no Ensino Fundamental impõe
novos desafios, sobretudo pedagógicos,
para a área educacional. Como se sabe,
mesmo admitindo a expansão das vagas
como condição fundamental para a garantia
do direito à educação, é no âmbito das
práticas pedagógicas que a instituição educativa
pode tornar-se ela mesma expressão ou
não desse direito. Para que esse direito se
cumpra, portanto, e para que se configure
como promotor de novos direitos, o acesso
das crianças às instituições educativas e
sua permanência nelas devem consolidar-se
como direito ao conhecimento, à formação
integral do ser humano e à participação no
processo de construção de novos conhecimentos.
A construção dessa prática educativa
deve ter a criança como eixo do processo
e levar em conta as diferentes dimensões de
sua formação.
Nesta publicação, sem ignorarmos a
relevância das demais dimensões, discutiremos
uma delas, que, por seu caráter
complexo, multifacetado e precursor,
cumpre um papel fundamental na garantia
do direito à educação: o desenvolvimento
da linguagem escrita.
retirado do Blog ESPAÇO EDUCAR

domingo, 14 de novembro de 2010

Para relaxar de um dia inteiro de trabalho, artesanato...... gurilandas, jogo de banheiro, saia para pinheiro, mobile, enfeite de centro de mesas e bolsas de caixa de leite.

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 Enfeite de mesa feita com rolinhos de jornal, verniz, renda ouro, festao de natal verde flores e velas tudo colado com cola quente.


Guirlanda Feita de circulo de papelão, feltro verde e manta acrilica( tamanho prato de churrasco e pires o centro).  as flores sao feitas de circulos  do tamanho de uma xicara dobradas ao meio duas vezes e coladas com cola quente, laço)

jogo banheiro feito com feltro vermelho pe verde (molde sandadlia n 35 ) anti derrapante pvc, falta confeccionar a tampa do vaso.

Bolsas feitas com caixa de leite


Ainda em confecção saia em feltro verde com figuras em tecido pespontada.


Mobile feito de CDs em feltro pespontado com figuras de natal e em tecido (colado com cola branca )



quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ilha de Porto Belo


Alunos que venceram a gincana da festa junina dos 4 anos da professora Debora
Vice  da gincana da copa do mundo professora Léia, acompanham a visita a Orientadora Marcia e A professora Tati... Desculpem a  filtração nas fotografias  muita tecnologia ... para uma Loira ........












quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Prevenção de acidentes




Alguns cuidados básicos devem ser seguidos à risca.
É cada vez mais comum as crianças passarem mais tempo em casa com a empregada (cheia de afazeres e sem possibilidade de tomar conta da meninada),  de modo que o risco de acidentes domésticos é grande.  Para evitá-los, alguns cuidados básicos devem ser tomados e seguidos à risca.
Não se deve deixar que as crianças andem sozinhas no elevador do prédio e que brinquem fora da área do playground, por exemplo. São dicas simples e nem sempre seguidas pelas famílias. Também é importante estimular o uso de equipamentos de segurança como joelheiras, caneleiras e capacetes em práticas esportivas. A garotada adora andar de bicicleta, patinete e skate sem se proteger direito. Veja abaixo outras dicas:
Cuidados em casa
Dentro de casa algumas providências precisam ser tomadas, principalmente na cozinha, que é o local mais atraente e perigoso para as crianças. O ideal é colocar um bloqueio na porta da cozinha. Líquidos e alimentos quentes, fios elétricos, torradeiras, bules e garrafas térmicas devem ser mantidos fora do alcance das crianças. Afinal, para elas, tudo parece ser uma brincadeira.
As bocas de trás do fogão devem ser usadas para cozinhar e deixar os cabos das panelas virados para trás. Materiais inflamáveis, como fósforo e álcool, e objetos cortantes, deme ficar bem longe do alcance dos pequenos.
Outras partes da casa merecem atenção especial dos pais, como os banheiros e a despensa. Remédios, material de limpeza e produtos tóxicos precisam estar em local de difícil acesso. O risco de intoxicações com produtos domésticos e medicamentos entre crianças menores de cinco anos é grande.
Nessa faixa etária, os acidentes fatais são devidos à aspiração de pequenos objetos. Na fase pré-escolar também há o risco de quedas. O ideal é colocar grades ou telas janelas. Também é preciso ter um cuidado redobrado com piscinas, tanques e fossas, para evitar o afogamento.
Crianças são curiosas
Muitos acidentes que acontecem dentro de casas ou apartamentos são motivados pela curiosidade da criança e pelo fácil acesso ao que ela deseja pegar. Uma simples tomada descoberta é o suficiente para chamar atenção dos pequenos. Para evitar choques ou sustos futuros, os pais devem tampar as tomadas com objetos próprios para isso. Tirar do alcance delas objetos de vidro, cristal ou porcelana, que se quebrados podem corta-las facilmente também é prudente. Sua casa pode ficar um pouco desarrumada nesse período, mas quando as férias acabarem os objetos poderão voltar para o lugar.
Na faixa etária de um a quatro anos a mortalidade por causas externas está em terceiro lugar no Brasil, atrás apenas de infecções mal diagnosticadas e de doenças do aparelho respiratório. Na faixa de cinco a nove anos, no entanto, elas aparecem em primeiro lugar, destacando-se também os atropelamentos e acidentes de trânsito envolvendo dois veículos. Mesmo quando sair à rua com as crianças preste atenção em detalhes que evitam acidentes. Respeitar a faixa de pedestres, usar cinto de segurança, usar o assento apropriado para crianças menores em automóveis, transportá-las sempre no banco de trás e dirigir com prudência são recomendações que devem ser sempre seguidas.
Dicas:
- Mantenha utensílios de cozinha, objetos cortantes, remédios e produtos de limpeza fora do alcance das crianças, em lugares altos e de difícil acesso.
- Proteja tomadas, quinas de móveis e vidros com almofadas ou pedaços de pano acolchoados para que elas não se machuquem.
- Não deixe as crianças brincando na cozinha na hora em que estiver fazendo comida ou fazendo limpeza. Panela com comida quente pode causar acidentes se ela quiser pegar o cabo.
- Se as crianças quiserem brincar de corte e colagem, ofereça uma tesoura sem ponta e cola atóxica, de preferência em bastão. Observe também se as canetas hidrocor também não oferecem perigo à saúde. Crianças pequenas têm mania de colocar tudo na boca.
- Caso elas queiram brincar na rua ou no play do prédio, proteja-as com os equipamentos de esporte ou deixe um adulto tomando conta. Mas prefira levá-las em parquinhos para que possam brincar sem perigo.
- Na dúvida, esteja sempre por perto observando o que fazem.
site editora opet.